top of page
Artigos Mais Recentes
Buscar


Por que o amor não sobrevive no modo de sobrevivência? A neurobiologia dos relacionamentos e o resgate de quem você é.
Por: Ana Paula de Oliveira Quando um relacionamento começa a dar errado, a maioria das pessoas acredita que o problema é a falta de comunicação, o dinheiro ou a rotina. No entanto, o verdadeiro motivo do sofrimento raramente está nas palavras que são ditas, mas sim no estado em que o corpo de cada um se encontra. Para entender o amor de forma profunda, nós precisamos olhar para o nosso sistema nervoso. O nosso corpo tem uma espécie de termômetro invisível que avalia, o tempo
Ana Paula Oliveira
há 2 dias3 min de leitura


A Tirania da Persona: O Cansaço Neurótico de Não Ser Quem Se É
Por: Ana Paula de Oliveira Na arquitetura da psique, a persona — conceito que Carl Jung resgatou do teatro grego para designar a máscara social — cumpre uma função adaptativa primordial. Ela é a mediação necessária entre o ego e o mundo exterior, o código de vestimenta psíquico que nos permite transitar pelos papéis sociais sem que sejamos devorados pela crueza das relações. O problema clínico central não é a existência da máscara, mas a fusão do sujeito com ela. Quando o ind
Ana Paula Oliveira
25 de mai.2 min de leitura


O Fio de Ariadne: A Engenharia da Escuta e o Labirinto Clínico
Por: Ana Paula de Oliveira Na mitologia grega, o labirinto de Creta foi construído para ser intransponível. Teseu só sobreviveu ao Minotauro porque Ariadne lhe entregou um fio de novelo — uma âncora de realidade que permitiu a travessia e, mais importante, o retorno. Na clínica contemporânea, enfrentamos labirintos semelhantes. A história de um paciente (ou de um casal) não é uma linha reta; é um emaranhado de traumas não digeridos, lealdades familiares invisíveis, mecanismos
Ana Paula Oliveira
13 de mai.2 min de leitura


Mesa para Três: Por que a sua Criança Ferida está sabotando o seu Casamento
Por: Ana Paula de Oliveira Quando duas pessoas decidem compartilhar a vida, acreditam que estão formando um par. No entanto, ao observar os relacionamentos mais de perto, percebemos que, muitas vezes, não é um encontro entre dois adultos. É uma "mesa para três": o homem, a mulher e as respectivas crianças feridas que ambos trazem da infância. A Regressão na Relação No consultório, vejo constantemente discussões que parecem ser sobre dinheiro, tarefas domésticas ou a escolha d
Ana Paula Oliveira
4 de mai.2 min de leitura


A Ilusão da Estabilidade: Por que o seu relacionamento precisa de "águas novas" para não estagnar
O filósofo pré-socrático Heráclito de Éfeso imortalizou a máxima: "Ninguém entra no mesmo rio duas vezes, pois as águas não são as mesmas e o homem já não é o mesmo". Embora essa frase ressoe há séculos na filosofia, ela carrega uma chave diagnóstica poderosa para a saúde dos relacionamentos contemporâneos. O Rio Cristalizado Na clínica, observo que muitos casais sofrem não por falta de amor, mas por cristalização. Eles acreditam que, uma vez estabelecido o vínculo, o "rio" d
Ana Paula Oliveira
27 de abr.2 min de leitura


O Peso do Sobrenome: Como as Lealdades Invisíveis Boicotam sua Felicidade
Por: Ana Paula de Oliveira Você já sentiu que, por mais que se esforce para agir diferente, acaba repetindo os mesmos erros, escolhendo os mesmos tipos de parceiros ou reagindo da mesma forma explosiva que jurou nunca copiar de seus pais? Na psicologia sistêmica, damos um nome a esse fenômeno: Lealdades Invisíveis. O Contrato Oculto Nenhum de nós entra em um relacionamento ou na vida adulta como uma "folha em branco". Trazemos conosco uma bagagem invisível de contratos emocio
Ana Paula Oliveira
21 de abr.2 min de leitura


O Silêncio que Grita: Por que a "confluência" está matando o seu relacionamento?
No senso comum, a ausência de brigas é o troféu das relações bem-sucedidas. Casais que ostentam o "nós nunca discutimos" costumam acreditar que habitam um solo de harmonia inabalável. No entanto, na clínica sob a ótica da Gestalt-terapia e da Visão Sistêmica , esse dado muitas vezes acende um alerta vermelho. Frequentemente, o que se chama de paz é, na verdade, um estado de confluência . A Armadilha da Confluência A confluência é um mecanismo de defesa onde as fronteiras ent
Ana Paula Oliveira
14 de abr.2 min de leitura


A Dança do Casal: O que o livro 'Bailando Juntos' ensina sobre o amor que dá certo (e o que fracassa)
Nos relacionamentos, vocês estão fluindo no mesmo ritmo ou pisando no pé um do outro? Entenda a visão sistêmica de Joan Garriga sobre como construir um amor adulto, equilibrado e real. Pense no seu relacionamento como um salão de dança. Quando a música toca, como vocês se movem? Vocês fluem com leveza, sabendo a hora de ceder e a hora de conduzir? Ou vocês passam a noite inteira pisando no pé um do outro, disputando quem dita o ritmo, até terminarem a música exaustos e machuc
Ana Paula Oliveira
1 de mar.3 min de leitura


Por que o "Felizes para Sempre" é o maior inimigo do seu relacionamento (e o que é o Casamento Criativo)
O amor duradouro não é estático; ele exige reinvenção. Descubra os 3 pilares do Casamento Criativo e por que a pessoa com quem você se casou não existe mais. Crescemos condicionados a acreditar na linha de chegada dos contos de fadas: o tão sonhado "E viveram felizes para sempre". A premissa oculta nessa frase é perigosa: ela sugere que, após o "sim", a história congela. Não há mais conflitos, não há mais mudanças, apenas uma estabilidade eterna e pacífica. No consultório, ve
Ana Paula Oliveira
21 de fev.3 min de leitura


Fomos à Lua, mas não sabemos pedir um abraço: O paradoxo da comunicação nos relacionamentos modernos.
A humanidade domina a tecnologia espacial, mas trava na hora de ter uma conversa difícil com o cônjuge. Entenda por que somos "analfabetos emocionais" e como quebrar esse ciclo herdado. Existe uma frase célebre na psicologia que diz: "O homem foi capaz de chegar à Lua, mas ainda não consegue atravessar a rua para encontrar seu vizinho." Eu adapto essa frase para a realidade do meu consultório: "Nós conseguimos nos conectar com alguém no Japão em segundos, mas não conseguimos
Ana Paula Oliveira
12 de fev.2 min de leitura


Você está amando ou "jogando"? Entenda os jogos ocultos que sabotam seu relacionamento (Segundo Eric Berne)
Você sente que suas brigas seguem sempre o mesmo roteiro? Talvez você esteja preso em um "Jogo Psicológico". Descubra como sair do papel de Criança ou Pai e assumir o Adulto na relação. Em 1964, o psiquiatra Eric Berne lançou um livro que mudaria a psicologia popular para sempre: Jogos que as Pessoas Jogam. Nele, ele descreveu uma verdade dura: a maioria das nossas interações sociais não é espontânea, mas sim uma série de "jogos" inconscientes com regras ocultas e finais prev
Ana Paula Oliveira
7 de fev.3 min de leitura


"Você é egoísta": Como um pote de creme me ensinou que dizer 'sim' querendo dizer 'não' adoece as relações
Minha tia pediu, eu calei a minha vontade, mas meu corpo gritou. O res ultado? Fui julgada. Entenda por que a falta de congruência é a maior sabotadora da sua comunicação hoje. Hoje, uma memória antiga me visitou. Eu tinha cerca de 10 ou 11 anos. Lembro que minha tia me pediu um creme emprestado. Eu, uma criança tentando ser "boazinha" e educada, disse que sim. Mas quando ela me devolveu o pote, percebi que ela tinha usado uma quantidade enorme. Na minha cabeça de criança, el
Ana Paula Oliveira
26 de jan.3 min de leitura


O Paradoxo da Guerra Conjugal: Quando vocês querem a mesma coisa, mas só conseguem se atacar!
Vocês brigam não porque são inimigos, mas porque perderam a capacidade de traduzir a própria dor. Entenda por que o ataque é, muitas vezes, um pedido de amor mal formulado. Imagine dois arquitetos tentando construir a mesma casa. Um grita "precisamos de mais luz!" e quebra a parede. O outro grita "precisamos de segurança!" e tranca as portas. No fim, a casa cai, e ambos ficam frustrados, sem entender por que o outro "sabotou" o projeto. Essa metáfora descreve perfeitamente a
Ana Paula Oliveira
17 de jan.2 min de leitura


O Perigo do "Amor Band-Aid": Por que pular de uma relação para outra sem cicatrizar impede você de ser feliz
Muitas pessoas usam novos parceiros como "muletas" para sair de relações antigas. Entenda por que não saber ficar sozinho é a armadilha que sabota seu futuro amoroso. Hoje é dia 31 de dezembro. O mundo grita "Feliz Ano Novo", "Vida Nova". Mas a verdade, nua e crua, é que o calendário vira, mas a nossa psique não segue o relógio se não fizermos o trabalho sujo. No consultório, vejo um padrão alarmante crescer: a incapacidade de suportar o vazio. Vejo pessoas que terminam um na
Ana Paula Oliveira
31 de dez. de 20252 min de leitura


O "Cardápio Humano" e o Medo do Real: Por que estamos viciados em procurar, mas aterrorizados em encontrar?
No pós-pandemia, observo um fenômeno curioso: a busca nos aplicativos de namoro aumentou, mas a disponibilidade emocional despencou. Entenda a psicologia por trás da "paralisia da escolha". Você já se pegou passando horas no aplicativo de namoro, deslizando para a direita e para a esquerda, dando "matches", conversando um pouco e... quando chega a hora de marcar o encontro, bate aquela preguiça ou surge uma desculpa? Se sim, você não está sozinho(a). Como psicóloga, tenho not
Ana Paula Oliveira
19 de dez. de 20252 min de leitura


Eu sinto que você..." não é um sentimento: A armadilha linguística que transforma conversas em batalhas
Temos um dicionário inteiro para julgar o comportamento do outro, mas nos falta vocabulário para descrever nossa própria dor. Entenda a confusão entre "pensar" e "sentir" e como isso sabota seu relacionamento. Quantas vezes você já iniciou uma frase com "Eu sinto que..." e completou com uma acusação? "Eu sinto que você não se importa." "Eu sinto que estou sendo deixada de lado." "Eu sinto que você é egoísta." Gramaticalmente, parece que estamos falando de emoções. Psicologica
Ana Paula Oliveira
12 de dez. de 20252 min de leitura


Não leve essa bagagem para 2026: Por que seu relacionamento precisa de uma "Retrospectiva Emocional" agora
Na Gestalt-Terapia, chamamos de "Gestalt Aberta" aquilo que não foi resolvido e continua drenando nossa energia. Aprenda a fazer um balanço do seu ano a dois e descubra o que deve ficar em 2025. Você provavelmente já viu a retrospectiva do Spotify ou do Instagram. Vemos as melhores fotos, as músicas mais ouvidas e temos a sensação de que o ano voou. Mas e o seu relacionamento? Se você pudesse tirar um "extrato emocional" do seu casamento em 2025, o que ele mostraria? Muitos c
Ana Paula Oliveira
9 de dez. de 20252 min de leitura


O Casal e a "Síndrome de Dezembro": Como sobreviver às festas de fim de ano sem desconectar?
A exaustão do ano, as brigas sobre "casa da sua mãe ou da minha" e a pressão para ser feliz. Entenda como a Terapia Sistêmica pode blindar seu relacionamento neste mês. Chegamos em dezembro. Para muitos, é tempo de luzes e celebração. Para a maioria dos casais, no entanto, é o mês oficial da exaustão. No consultório, percebo um padrão que chamo de "Síndrome de Dezembro": uma mistura de cansaço acumulado do ano inteiro com a obrigatoriedade social de estar feliz, comprar prese
Ana Paula Oliveira
8 de dez. de 20252 min de leitura


Rodrigo Hilbert, a "solidão masculina" e o fim do pacto: O que a fala dele ensina sobre relacionamentos saudáveis!
O apresentador revelou que tem poucos amigos porque parou de aceitar comportamentos machistas. Entenda, pela psicologia, por que essa ruptura é difícil, mas essencial para a saúde do seu casamento. Recentemente, uma fala do Rodrigo Hilbert repercutiu muito nas redes sociais e nos consultórios. Ele tocou em uma ferida aberta da masculinidade contemporânea: a solidão causada pela mudança de valores. Hilbert afirmou que hoje tem pouquíssimos amigos. O motivo? Ele parou de achar
Ana Paula Oliveira
4 de dez. de 20252 min de leitura


A Tela no Meio do Casal: 3 Desafios que Estão Silenciando os Relacionamentos Modernos (e Como Reacender a Conexão)
Relacionamentos modernos estão em crise? Da "vitrine" do Instagram à solidão a dois com o celular. Entenda os desafios e como a Terapia Sistêmica e a Gestalt podem ajudar a resgatar a conexão real. Vamos pintar uma cena que talvez você reconheça: são 22h. Você e seu parceiro(a) estão na cama. As luzes estão apagadas, mas o quarto está iluminado por dois brilhos azuis. Um silêncio preenchido apenas pelo som de scrolls infinitos. Vocês estão fisicamente juntos, mas emocionalmen
Ana Paula Oliveira
28 de nov. de 20254 min de leitura
bottom of page